“Hoje vi um casal de cegos e fiquei surpreso com tamanha felicidade dos dois. E tomei uma grande curiosidade, então procurei saber mais sobre os dois. Fiquei assustado quando me disseram que eles são cegos de nascença e desde que se conheceram não se desgrudam mais. E quando dizem que o amor deles é impossível porque “o que os olhos não vê, o coração não sente”, eles respondem: “vocês que amam com os olhos não sabem o quão é bom amar com o coração.”
“Às vezes, o que eu vejo, quase ninguém vê.”
“E se não der certo, a gente tenta, re-tenta e até tri-tenta se por preciso. Mas não podemos, de jeito nenhum, deixar de acreditar.”
“Ninguém nunca soube do meu medo de nadar em lugares muito profundos, de amar demais, de se perder um pouco de tanto amar, de não ser boa o suficiente. Ninguém nunca viu meu corpo de verdade, minha alma de verdade, meu prazer de verdade, meu choro baixinho embaixo da coberta com medo de não ser bonita e inteligente.”
“Ela teimava em ser diferente, e ela era.”
“Saudade no singular pode doer mais.”
“E quando ela dizia um “eu te amo” eu respondia dizendo: “duvido”. Não que eu duvidasse mesmo do seu amor por mim, era só pra ter o prazer de ouvir de novo, de novo, e de novo… Aquilo que me fazia tão bem.”
“A alegria faz bem à saúde; estar sempre triste é morrer aos poucos.”
“Cuidado cupido, eu corro perigo, tenho muito medo de me apaixonar, já sofri o bastante, você como antes, vem.. sempre apronta sem medo de errar, sou eu que perco o sono, sou eu que luto com o amor, você não dá trégua pro meu coração, você só quer que eu ame, não quer ouvir que eu reclame, me deixa sozinho e na contramão, por favor cupido, responde essa minha oração.”